Biografia

      Meu nome é Rafaela Fernanda Lorenzon, nasci no dia 03 de maio de 1987 na cidade de Itaúba, estado de Mato Grosso. Meus pais são a Sandra (42 anos) e o Ivan (45anos) , mãe paranaense e pai catarina metido a gaúcho, nasceram bem pertinho um do outro e foram se conhecer no mato grosso por volta de 1980. Tenho um irmão, o Fernando (Fernando Rafael – minha mãe foi muito criativa), que tem 24 anos e mora comigo aqui em Curitiba, trabalha na área de informática. Sempre fui moleca, brincava de carrinho, na rua, na terra, subia em árvores, jogava volei, fiz balé por um tempo, aos 12 anos tive uma moto, aprendi a dirigir cedo, sempre fui muito metida em querer saber fazer as coisas. Sempre tirei notas boas na escola, era uma das melhores da classe… agora na facul tá diferente, acho que me dava bem só matemática!

    No fim do ano de 2002 resolvi que queria morar em Curitiba, eu tinha 15 anos e estava terminando o 1º ano do 2º grau, meus pais concordaram desde que meu irmão que já morava em Cuiabá há 1 ano (começou a faculdade lá) viesse pra Curitiba comigo, em duas semanas aqui estávamos nós, eu e o nano (Fernando) morando na casa dos meus tios Gelço (irmão mais velho do meu pai) e Sônia (esposa do Gelço). Moramos com eles no bairro São Lourenço por 2 anos, no início de 2005 viemos para o Centro, só eu e o nano. Fiz o terceirão no positivo em 2004, 2005 e 2006 fiz cursinho lá tbm, no fim de 2006 minha mãe descobriu um câncer na mama esquerda, retirou o tumor e fez tratamento com quimioterapia, o no Natal de 2006 depois do almoço com a família (fazia três dias que eu tinha chegado no Mato Grosso) raspei o cabelo dela, numa das horas que talvez foi a mais difícil da minha vida. No início de 2007 ela veio pra Curitiba fazer radioterapia, portanto no início desse ano eu não estudei, só a acompanhava ao hospital e dedicava tota a minha atenção a ela. Em julho de 2007 voltei para o cursinho, pensei em desistir da medicina, achava que não era pra mim, pois acreditava não ser possível saber tanto da matéria como eu sabia e nunca passar. Me matriculei em engenharia de produção na PUC, tava bem triste com a situação mas mesmo assim procurava ver os pontos positivos do possível caminho que seguiria, até que no dia 11 de dezembro de 2007 meia hora depois de eu ter embarcado no ônibus a caminho do Mato Grosso recebi a notícia de que eu era a 10ª colocada no vestibular da Evangélica, justamente a faculdade que eu mais queria! Fiquei quase 2 dias sozinha no ônibius perdida entre choros e risos.

    Hoje faço medicina. No início, antes de começarem as aulas, eu estava com medo de talvez não gostar, mas esse medo não resistiu à primeira semana de aula.  Amo o que eu faço (mesmo sendo meio relapsa) e não consigo nem me  imaginar fazendo outra coisa.

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